A solução Final

 

 

“O que a Natureza faz de forma cega, lenta e impiedosa o homem deve fazer de maneira previdente, rápida e bondosa”

Francis Galton

 

Preâmbulo

 

Por conta deste texto, após lê-lo, alguém poderá dizer ou pensar:

– Você está a ficar demente!

Por este dizer, para quem o fez, nada tenho a dizer, pois, há aquele que diz antes de pensar... Por este pensar, ainda que fora só para satisfazer a necessidade da necedade própria, de igual forma, nada penso a respeito, pois a pensar tão mal, estão os néscios... Entretanto, apenas aos poucos que podem pensar – pois, a dispensar os muitos que não podem fazê-lo, estou – faço esta advertência:

Caro leitor, por conta deste texto, de imediato, não me contestes, testa antes a tua capacidade de aprender e apreender; se reprová-la, por ti, lamentarei, se aprová-la, ainda assim, dispensar-te-ei de fazer comentários sobre o dito texto...

 

Vamos ao principal:

 

– Há maior gáudio àquele que está a sorver o que já solvido fora pelos sábios?

Não, não há! Pois se houvesse, não seria o verbo solver o mais bem sorvido entre todos os outros pares seus, quando se deseja usá-lo para expressar o fim de alguma pendência... Sem nenhuma dúvida ele é o mais adequado, pois, se se deparar alguém com a sua etimologia – a do verbo solver – dê a ela crédito, pois, em seguida, com facilidade, através dela, chegar-se-á à palavra solução... De pose desta palavra, faço esta confissão: entre outros desejos meus, há um em especial qual seja só ver o solver na sua acepção de solução anteceder a palavra final, para talhar esta locução: Solução final.  O entendimento da essência desta locução, não depende de mente brilhante, pois se demente não for esta ou aquela pessoa, poderá ser iluminada por esta junção de duas palavras: Solução e Final...

Sem mais nenhuma mora, voltemos a nossa atenção à Solução final, mas não àquela que às voltas andou com o mundo ao passar pelas mãos de Reinhard Heydrich**, pois, por este execrável ente humano, foram empregados abomináveis meios para alcançar um nobilíssimo fim qual seja depurar a espécie humana através da solução finalFim nobilíssimo, disse eu, mas, jamais buscaria alcançá-lo, sem antes reiterar e ser mais explícito, ao dizer: pela vital e indubitável necessidade do ente humano doente de ser curado, acurados devem ser todos os seus caracteres, portanto, para tanto, só há uma maneira, qual seja aprimorar o patrimônio genético da humanidade. A este expediente podemos dar este nome, A solução final; e com este nome comungo inteiramente, e o faço até com singular alegria, uma vez que com tal sentimento, não me encontro só, pois não há esclarecida e sensata pessoa que não possa fazê-lo de imediato e de bom grado.

Para assim agirmos, se faz necessário que nos eximamos – aquelas pessoas adeptas da Solução final e eu – de quaisquer pudores por mínimos que sejam, pois tão somente estamos a considerar a aplicar o modo único e eficiente por excelência, que nos enseja a mãe da solução final, a Eugenia; ciência ímpar, através da qual, a seleção genética aplicada às pessoas haverá de depurar a sociedade, ora quase que inexoravelmente eivada. Quando dou à sociedade o adjetivo eivada, não o faço indevidamente, não exagero, pois, sem dúvida, a sociedade estamos degenerados; por esta catástrofe, a responsabilidade é do ente humano, que doente tornou-se, entretanto, não há pena para lhe imputar, devemos antes, tolerar estes enfermos, contudo, não haverá de ser uma tolerância passiva e duradoura, pois, necessária se faz a responsabilidade que temos de atenuar, quando não erradicar as consequências daquela decadência humana.

Antes de caminharmos, de forma explícita, à Solução final, consideremos o seguinte aforismo:

Todas e quaisquer manifestações vitais se expressam necessariamente, fundadas em um legado genético”; em seguida, busquemos em nossas mentes de onde jamais haverá de sair, a seguinte verdade: “Aquele que é o Ser, é o supremo valor absoluto e perene que há, e logo abaixo Dele, está a vida humana, em qualquer estádio que esteja a se manifestar”. A ser assim, antes que a aplicação da Eugenia seja consuma, consumir, de forma radical, com o ideal nazista se faz necessário, pois para evitar que o mundo se mate, matar pessoas que o compõem, é prática inconcebível...

Fundados nesses seguros pré-requisitos expostos acima, não hesitemos: para que este projeto em pauta – a materialização da Eugenia – alcance o seu êxito pleno, ao ente humano, não será necessário fixar caracteres desejáveis tais quais: quociente de inteligência elevado, cor dos olhos, e tantos outros mais, que menos importância ainda têm, ainda que vistos por olhos de quaisquer cores... Assim, basta que se extirpe da sociedade os vícios que a coroem, pois o tempo urge e ruge...

De que forma tão essencial empresa, se expressar pode?

Para que tal se dê, basta impedir que entes humanos degenerados se perpetuem; para que esta imposição seja incisiva, e irrevogável, basta comprovar antes a  capacidade que a possível prole daqueles entes  tem para carrear caracteres gênicos que enceram em si os vícios herdados dos seus genitores; de outra forma, podemos deixar no lugar desta resposta – a que acima está – uma outra com palavras diferentes, mas de igual valor, qual seja basta que nos atenhamos a um especial e determinado momento, quando uma mulher afirmar: Da mihi liberos!* Diante desta afirmação resoluta, quando não coerciva, faremos com que essa mulher ponha no lugar de sua asserção a seguinte interrogação: eu posso gerar filhos? Que fique esta interrogação não por muito tempo às solta, aguardando a sua respectiva resposta, pois esta carece de tempo para se materializar, portanto, para tanto, far-se-á necessária uma criteriosa avaliação da graça genética*** do casal composto por essa mulher.

Por termos sempre em mente que – Aliud est velle, aliud posse – (Uma coisa é querer, outra é poder) qualquer que seja a resposta que aquele casal está a aguardar, não lhe trará constrangimento, nem mesmo por um instante, pois, bem ele que não “nos escolhemos” (perdoe pelo uso indevido desta forma reflexiva aplicada a este verbo: escolher), e se “nos construímos” (dê-me repetido perdão, pois, repetido pecado cometo), o fazemos tão somente, à custa das ferramentas que recebêramos, e outras tantas de natureza diversa que adquirimos.

Se devo explicações pelo que dito já fora, quero fazê-lo o quanto antes; então, escute-me, se não lhe está esvaída a paciência:

Se inclinarmos à consciência sã que ereta haverá de estar sempre, dela, inevitavelmente, ouviremos: “A humanidade, de melhora urgente carece; carece de especial qualidade, qualidade especial para a nossa espécie própria, que só será legada por nós, se melhorarmos o patrimônio genético da nossa prole”. Dito já fora, não basta só o querer, pois este só se torna efetivo e suficiente, se for antes submetido ao poder. Veja um exemplo para este período - não para este que está em curso, mas, àquele que está incurso nesta página, imediatamente antes da primeira “Veja” que figura neste parágrafo: Se algum casal deseja gerar filhos, e para tanto, um bom legado genético não detém em si; por não tê-lo, não terá nenhuma culpa, ainda assim, gerá-los, definitivamente, não poderá.

Se estamos a ser objetivos, dos subjetivos caracteres que compõem a nossa graça genética, falemos; falemos apenas dos desejáveis, pois os indesejáveis ainda que não nos sejam necessários, sobremodo, por não poucas vezes, em nós se destacam, portanto, para o momento, ignoremo-los:

Cor dos olhos, cor da tez, timbre de voz, textura do cabelo, e outros vários caracteres objetivos e essenciais aos seres humanos, são, indiscutivelmente, notados e herdados dos seus pais; mas, quanto aos subjetivos – os caracteres – não os notamos com os olhos, entretanto, não com menos importância, compõem aquela dita graça que deles – dos nossos pais – recebemos, tais quais, inclinação à música, gosto pela matemática, carinho voltado às letras, “olhos” que se voltam à justiça, “espírito” solidário, enfim e sobretudo, disposição para cultivar os valores absolutos e perenes que fundam a sociedade que estamos a fundar, e tantas outras et cætera possíveis, ainda que imaginadas não possam ser.

Após o encanto e o encontro promovidos pelo amor – ainda que “aleatória” seja a junção dos nossos gametas – pode resultar em olhos verdes a iluminar a face de um dos nossos filhos, entretanto, não percamos de vista: os olhos verdes não veem cor diferente nas cores vistas pelos olhos castanhos... Contudo, se ao nosso filho faltar o legado genético a sustentar a inclinação ao bem que ilumina o caminho dos seus descendentes, inválidos, quando não danosos à sociedade, serão seus filhos e netos nossos; ainda que assim seja, nada diferente será quanto ao direito que ele, o nosso filho tem à paternidade, pois, embora porte ele um deficiente, e naturalmente, impróprio material genético para gerar uma boa prole, estará à sua disposição outras formas diferentes da natural, através das quais ele preservará o seu necessário direito de ser pai.

As formas são simples, entretanto, ao alcance de poucos casais estão; poucos não são todos, e poucos para completarem o todo, dependem de muitos, logo, há muitos casais que não conseguem ser pais, ou antes, não podem ter filhos, entretanto, nos dias de hoje, há doze maneiras para obtermos tal êxito; nos dias de amanhã, outras tantas poderão haver.

Ei-las abaixo, as doze formas através dos quais, podemos ter filhos. Antes de vê-las, saiba que a primeira delas é fisiológica, é a natural, entretanto, à Natureza é a que mais, habitualmente, causa danos, se não perenes, por anos a fio, estendem as suas consequências nefastas, pois resultam de relações sexuais inconsequências, que se fundaram, tão somente em um caráter hedonista.

Agora sim! Vejamo-las, mas, mais uma vez antes, vejamos este preâmbulo:

Se um determinado casal de pessoas, deseja se tornar pais, haverá de satisfazer dois pré-requisitos necessários (veja que este adjetivo, pela sua força intrínseca, impõe a si, diante do substantivo qualificado por ele, dois outros adjetivos, quais sejam deve ser ele absoluto e indispensável) para que a sua função se torne plenamente efetiva.

Vejamos aqueles dois pré-requisitos:

A)   Cada cônjuge, individualmente, haverá de ser portador de uma graça genética digna de ser legada às gerações vindouras.

B)   Tão logo seja o concepto dado à luz, os pais como tais, hão de ver neste novo ente humano, um filho, e como tal, hão de educa-lo. 

Agora sim, vamos adiante com as doze maneiras:

A - Através da forma natural, ou seja, através de relação sexual, um determinado casal pode gerar um novo ente humano, em seguida, tão logo este seja dado à luz, poderá encontrar neste casal, seus pais, caso como tais, estes possam assumi-lo.

B - Pode de um casal, o esposo dispor do seu sêmen, e através de inseminação artificial fecundar um dos óvulos da sua própria esposa; ao resultar a geração de um novo ente humano, tão logo este seja dado à luz, poderá encontrar naquele casal, seus pais, caso como tais, estes possam assumi-lo.

C - Um determinado casal, a dispor dos seus próprios gametas, ou seja, espermatozoide e óvulo, através de fecundação in vitro, poderá fazer com que seja implantado no ventre da própria esposa que compõe este casal, o ovo gerado por este método; ao resultar a geração de um novo ente humano, tão logo este seja dado à luz, poderá encontrar naquele casal, seus pais, caso como tais, estes possam assumi-lo.

D - Um determinado casal, a dispor dos seus próprios gametas, ou seja, espermatozoide e óvulo, através de fecundação in vitro, poderá fazer com que seja implantado no ventre de outra mulher o ovo gerado por este método; ao resultar a geração de um novo ente humano, tão logo este seja dado à luz, poderá encontrar naquele casal, seus pais, caso como tais, estes possam assumi-lo.

E - Um determinado homem, que compõe um casal, pode dispor do seu sêmen, e através de fecundação in vitro, fecundar um óvulo de uma determinada mulher; a ser a receptora do ovo a sua própria esposa, ao resultar a geração de um novo ente humano, tão logo este seja dado à luz, poderá encontrar naquele casal, seus pais, caso como tais, estes possam assumi-lo.

F - Um determinado homem, que compõe um casal, pode dispor do seu sêmen, e fazer com que através de inseminação artificial seja fecundado um óvulo de uma determinada mulher; ao resultar a geração de um novo ente humano, tão logo este seja dado à luz, poderá encontrar naquele casal, seus pais, caso como tais, estes possam assumi-lo.

G - Um determinado homem, que compõe um casal, pode dispor do seu sêmen, e através de fecundação in vitro, fecundar um óvulo de uma determinada mulher; a ser a receptora esta mulher ou qualquer outra que se disponha a fazê-lo; ao resultar a geração de um novo ente humano, tão logo este seja dado à luz, poderá encontrar naquele casal, seus pais, caso como tais, estes possam assumi-lo.

H - Uma determinada mulher, que compõe um casal, pode receber através de inseminação artificial o espermatozoide de um determinado homem; ao resultar a geração de um novo ente humano, tão logo este seja dado à luz, poderá encontrar naquele casal, seus pais, caso como tais, estes possam assumi-lo.

I - Uma determinada mulher, que compõe um casal, pode dispor do seu óvulo, e através de fecundação in vitro, a usar o espermatozoide de um determinado homem, gerar um ovo fértil; a ser receptora essa mulher; ao resultar a geração de um novo ente humano, tão logo este seja dado à luz, poderá encontrar naquele casal, seus pais, caso como tais, estes possam assumi-lo.

J - Uma determinada mulher, que compõe um casal, pode dispor do seu óvulo, e através de fecundação in vitro, a usar o espermatozoide de um determinado homem, gerar um ovo fértil; a ser receptora outra mulher; ao resultar a geração de um novo ente humano, tão logo este seja dado à luz, poderá encontrar naquele casal, seus pais, caso como tais, estes possam assumi-lo.

K - Um determinado casal, a dispor dos seus próprios gametas, ou seja, espermatozoide e óvulo, através de fecundação in vitro, poderá fazer com que seja implantado no ventre de outra mulher que compõe um casal, o ovo gerado por este método; ao resultar a geração de um novo ente humano, tão logo este seja dado à luz, poderá encontrar neste último casal, seus pais, caso como tais, estes possam assumi-lo.

L - Finalmente, Um determinado casal poderá adotar uma criança, e esta poderá encontrar neste casal, seus pais, caso, como tais, estes possam assumi-lo.

Vê! São doze as formas para se alcançar a maternidade e/ou a paternidade, porém, se nos ativermos ao legado genético que os filhos obtidos através delas, recebem, notaremos que pelas formas “A”, “B”, “C”, e “D” resulta indistintamente, entre elas, um só padrão genético, ou seja, de cada forma distinta, obteremos sempre filhos biológicos do casal que lhes legou o seu patrimônio genético. Quanto ao padrão genético, através das formas “E”, “F”, e “G” obteremos indistintamente, entre elas, filhos biológicos que carreiam apenas o legado genético do seu genitor. Já através das formas “H”, “I”, e “J” obteremos indistintamente entre elas, filhos biológicos que carreiam apenas o legado genético da sua genitora. Finalmente, através das formulas “K” e “L”, de forma distinta entre elas, obtêm-se dois legados genéticos independentes entre si, pois cada indivíduo gerado por uma ou outra entre essas duas maneiras, carreará o legado genético de seus genitores biológicos, ainda que estes, seus pais não serão.

Nota!

Está esta importante conclusão a nos conduzir a outra não de menor valor, qual seja através das doze maneiras que há para nos tornarmos pais, não mais que cinco há para “diferentes” filhos termos; E para realmente, tê-los diferentes daqueles que não podemos ter, por deficiência do nosso patrimônio genético, quando deficiente for só o da pretensa mãe, terá esta, diante de si, até cinco outras maneiras de se realizar plenamente dentro da maternidade. De igual forma, se a deficiência for do esposo, por conta do seu deficiente patrimônio genético, terá este, diante de si, também cinco maneiras de se realizar plenamente, dentro da paternidade. Já quando mãe e pai conduzem ambos, cada um por sua vez, patrimônio genético indesejável, com efeito, não recomendado para ser transmitido às gerações futuras, terão eles - se se formarem um casal que almeje ter filhos - duas formas para obtê-los, e caso, assim o faça, plenamente se realizará como pais, ao criar seus filhos.

Vê! Para nos oferecer o dom da maternidade e/ou paternidade estas formas requerem tempo, no mínimo de nove meses, contudo esta última - a adoção - pode demandar poucos dias para se concretizar, pode até nem mesmo ultrapassar nove horas...

Conclusão - Se tu leitora, estiveres entre os poucos que podem ser mães ou pais, haverás de compreender o significado das várias palavras aqui grafadas, sobretudo, o do verbo criar; a ser assim, não permitirás que ele se conjugue em uma estreita comunhão com o verbo conceber.   

Aquele que tem bons olhos, não importando a cor, que veja bem estas minhas palavras; caso não os tenha, que fique sem reproduzir...

 

* Da mihi liberos! - Dê-me filhos!

 

** Reinhard Tristan Eugen Heydrich - foi oficial nazista de alta patente. Nascera em Halle an der Saale, no dia 7 de março de 1904, e faleceu em Praga, no dia quatro de junho de 1942. Foi um dos líderes da Schutzstaffel durante o regime nacional-socialista na Alemanha; alcançou o posto de Obergruppenführer dentro da SS, a temida tropa de choque nazista; mas, mais se destacou por ter sido um dos principais arquitetos do Holocausto e principal planejador da “Solução Final”. Tão bem se portou no exercício destes seus empreendimentos, que se reportava diretamente ao Führer.

 

*** Graça genética - Aqui cunho este termo, para ocupar o lugar de patrimônio genético (= Genótipo) dado por Deus a cada filho Seu, no momento exato em que este é concebido.

Decompor, analisar e qualificar este patrimônio é prerrogativa da ciência. Nos dias de hoje, tal empreendimento não se dá de forma plena, mas, porvir, que por vir está próximo, de maneira plena será consumada essa nobilíssima tarefa. A ser assim, será possível desprezarmos aquelas “graças” que desgraças em potencial, enceram em suas estruturas génicas, tais quais: violência se sobrepondo à paz, a corrupção ocupando o lugar da honestidade, a indolência tomando o espaço do trabalho, as trevas da ignorância ofuscando a luz do saber, et cætera, et cætera, e outras tantas et cætera que este espaço possa conter...

 

PS¹ - Sou cristão! Cultivo entre outros valores absolutos e perenes, um especial – que só abaixo do valor Deus está – denominado VIDA. A ser assim, não concordo com nenhum meio que possa feri-la, entre eles estão o aborto, a eutanásia, a discriminação do ENTE HUMANO, baseada em quaisquer justificativas. Finalmente, não aprovo quaisquer outras manifestações possíveis que atentem contra ela – a VIDA – ainda que no momento, não posso imaginá-las existentes.

 

PS² – Por fim, a encerar este texto, sem dar termo à sua essência, ou seja, a SOLUÇÃO FINAL, deixo esta última reflexão, sublinhando uma possível consideração advinda de algum doente ente humano:

Há pessoas – e são muitas – que ao ler o dito texto, dirão:

– Cercear o direito de alguma pessoa que queira se reproduzir por conta própria, é utópica loucura!

Para contestar veementemente, esta afirmação, faço a seguinte interrogação:

Pode um casal viciado, ou antes, carreador de vícios, impingir à sociedade, a convivência danosa com objetos abjetos, quer sejam inanimados ou animados, resultantes de sua espúria união?

 

PS - Fico-te muito obrigado pela tua visita; se leres mais, ainda que seja por acaso, caso a menos, não farei da tua atenção.

 

Adicionar comentário

Código de segurança
Atualizar