Uma caixa de enxoval...

 

Pode ser que um número de pessoas principiem a leitura deste conto, ou antes, deste feito. Por algumas destas, lamentarei, visto que o seu epílogo dele, talvez, só no próximo verão, verão, pois este é o jeito da maioria dos nossos leitores...

 

O pouco que soubera de um dos meus antepassados, foi suficiente para muito admira-lo, sem jamais tê-lo visto; também pudera, pode alguma pessoa não suscitar admiração depois de sustentar em si, por quase um século de vida, dois grandes vícios em estreita comunhão com uma grande virtude?

Não, não pode!

- E qual fora a composição deste grotesco fardo?

À medida que meu tetravô foi crescendo, em um crescendo vertiginoso, a crueldade e a ganância germinaram em suas entranhas, floresceram, e deram seus frutos, naturalmente malignos foram estes, ainda assim, este emaranhado funesto, reservou espaço a sua família que foi cultivada com muito carinho e zelo. Este homem por duas vezes vicioso para uma só virtuoso, chamava-se Vincenzo Vinotti de Linares - Coronel Vinotti - na Espanha foi dado à luz que ilumina o mundo dos bons e dos maus, no dia 13 de março de 1853; e às trevas que confunde o mundo dos mortos foi entregue no dia 26 de outubro de 1943, assim, esteve entre os seus semelhantes a praticar os seu malfeitos, durante 90 anos, sem deixar nenhuma boa recordação de si, exceto para a sua própria família.

Ainda que não fora estreita a nossa convivência, diretamente das mãos de uma das suas filhas - a mais nova, entre seis irmãs - e que fora irmã da minha bisavó, que por sua vez, fora avó da minha mãe, colhi todas as acuradas informações sobre a sua vida dele.

E de agora em diante, será desta, da minha queridíssima tia Geninha - Maria Eugênia Vinotti de Linares - para grande gáudio seu, se viva estivesse, que falarei.

Eugênia nascera no ano de 1893, no dia 13 de julho - exatamente sessenta anos antes do meu nascimento. Estudou muito e com muito gosto, inclusive línguas estrangeiras; concluiu sua formação acadêmica em outubro de 1918. 

Por ser a mais nova entre as suas irmãs, a obedecer a sequência mais habitual, antes de ir ao altar para se casar, às irmãs suas, cedeu este lugar. 

Voltemos ao seu pai - ao pai desta minha tia, e meu tetravô - antes que eu lhe mostre as suas garras que sufocaram a sua própria filha caçula, mostrar-lhe-ei com quais garras ele se estabeleceu no Brasil, tão logo, chegara da Espanha, ou de lá, para cá, tão logo fora degredado. O certo é que, ao tomar posse da sua nova terra, o fizera com unhas e dentes, pois quase nada esperou, para se tornar próspero produtor de café a ponto de exporta-lo beneficiado para Itália, e o fez, quiçá até à terra que lhe serviu de berço. Não bastasse tão lucrativo empreendimento, a dar mais brilho aos seus negócios, envolveu-se também com a extração e comercio de diamantes; ainda não satisfeito com a diversificação das suas empresas, se viu marchand... Assim, todas estas suas atividades, sempre bem sucedidas, levaram-no à fortuna substancial, com efeito, de posse de um enorme patrimônio econômico, alimentado sempre pela ganância desenfreada, com mais segurança, pode cultivar o seu maior vício, qual seja a crueldade; isto se fazia notar, muita vez, da seguinte forma: por conta de poucos quilates**, ou até por míseros pontos*** de diamante, tornou-se opaco o brilho dos olhos de muitos semelhantes seus... por conta de algumas poucas braças de terra, sob a terra ficaram três ou mais confrontantes seus... por conta de alguma inconsistente prestação de conta, perdia a vida o contador se impenitente continuasse. Assim, pelo viço que este vício - o da crueldade - alcançou sob as mãos do meu avô Vinotti, poderia nomear outras barbáries suas, portanto, por tanta maldade, meu avô suscitava grande temor entre todas as pessoas do seu convívio, ainda assim, o zelo e carinho que ele devotava aos seus familiares, sempre a outrem serviu de valioso exemplo.

Voltemos à tia Geninha:

Quando chegou a sua vez de contrair núpcias, contrariada severamente, pelo seu próprio pai, ela foi; e isto se deu da seguinte forma:

Meu avô - o Vinotti - há três ou quatro anos, estava a fazer negócios envolvendo diamantes e um israelita de nacionalidade polonesa, residente na Alemanha, tal judeu chamava-se Shamir Calin; este periodicamente, vinha ao Brasil, quase sempre, a atender chamado exclusivo do meu avô; em dado momento, quando mais uma vez, aqui esteve, se fez acompanhado pelo seu filho, Raed Calin; Por outras vezes consecutivas, não menos que seis, vieram juntos; na última destas, ou seja, durante a sua sétima estada no Brasil, Raed conheceu a minha tia Geninha; naqueles dias do ano de 1909, ela contava com dezesseis anos de idade, e ele, vinte e cinco anos, também de idade, completara. Já de início, sem nenhuma perda de tempo, a afinidade com o seu límpido olhar, tornou-se cúmplice da paixão cega, e ambas se infiltraram entre as afáveis palavras germânicas trocadas pelos dois jovens, e os deixou encantados entre si, com efeito, a cada vez que se encontravam os dois enamorados, mais florescia entre eles o desejo conjugal, assim, sempre se despediam sonhando com os próximos encontros, e continuaram a sonhar, quando então, depois de grande reflexão, acordaram, o seguinte: vamo-nos casar!

A pensar melhor, por enquanto, por encanto com esta natureza paixão entre jovens bem jovens, ainda que tão especial seja, não falemos mais, pois, talvez,antes deste casamento, instiga-lhe a curiosidade sobre o aspecto destes jovens. A ser assim, devo obedecê-la, para lhe contentar:

Geninha quando estava prestes a dar termo à adolescência, o pouco que lhe sobrava acima da estatura mediana, não era mais do que lhe faltava abaixo do peso mediano; sua tez bem clara e o escuro castanho dos seus cabelos resultavam em singular beleza; o seu olhar azul suscitava o brilho de todos os olhos de todas as cores; a forma pausada do seu falar, e a segurança dos seus passos davam-lhe entrada livre aos mais nobres ambientes; enfim Geninha era uma criatura muito especial... Quanto ao aspecto de Raed, dito já fora, naqueles dias contava com 25 anos de idade; Dele, pouco soube, pois muito, ou antes, nada sobre a sua aparência, não quisera falar a minha tia - a Geninha - entretanto, através desta, fiquei sabendo que o seu pai dela, ao tratar de negócios com o velho Shamir Calin ao lado do seu filho - o jovem Calin - a este não voltava bons olhos, pois julgava-no avaro e muito mercantilista; para justificar estas pechas, alegava meu avô que as opiniões do pretenso genro, com menor frequência tempestivas, só cuidavam de interesses próprios e pessoais. 

Voltemos ao casamento - se é que este haverá de ser - Tão logo meu avô tomou ciência da intenção da sua filha, ou seja, a de desposar Raed, impôs-lhe a seguinte e áspera ordem:

- Este homem não será seu esposo!

Diante de tão imperiosa afirmação, o mundo ruiu aos dois jovens apaixonados, não obstante, não desistiram do seu intento, logo, buscaram a interseção do velho Shamir. Se só a força do velho judeu foi suficiente para dirimir a intransigência do velho Vinotti, minha tia jamais soube dizer, o certo, é que o casamento seria possível, mas, para sê-lo, duas necessárias condições impôs meu avô para sustentarem a sua anuência ao pedido de casamento, e são as seguintes:

- Minha filha e eu carecemos de tempo para obter os devidos preparativos à celebração tão singular; para tanto, dependeremos dos 12 meses próximos; e ainda, até que chegue o dia aprazado à união conjugal dos nossos filhos, minha filha verá o seu noivo não por mais que quatro vezes, ou seja, a cada três meses, ela haverá de recebê-lo; e isto se dará na sala de visitas da nossa casa, quando então conversarão por quarenta minutos, ou por menos tempo, se assim o desejar minha filha.

- Finalmente, minha filha que está prestes a ingressar no curso de medicina, não desistirá de tal intento, e ao alcança-lo, ainda que casada esteja, haverá de perseverar na sua vocação primeira.

Caro leitor, entenda-me, pela interrupção abrupta deste texto, pois, bom sucesso não terei, se não deixar aqui uma adenda, ou quiçá um necessário complemento, para que ele - o texto -  de si mesmo, lhe ofereça uma melhor compreensão.

Mãos à adenda:

Creio que para se redimir, meu avô Vinotti, via de forma subjetiva no exercício médico, a sua própria e plena redenção, e de forma objetiva, via na sua filha mais nova - a minha queridíssima tia Geninha - a sublime vocação à medicina.

Dele - do meu avô - mais dois relatos, ou antes, mais uma prática sua, digna de nota, e ainda, uma afinidade especial que cultivava, devo relatar, pois delas dependerá o epílogo desta história:

Vinotti conservava em seu escritório, de forma muito segura e não menos reservada, um grande cofre, fiel depositário dos seus valores; dentro deste, naturalmente, mais ainda protegido, havia um pequeno baú de metal rígido, para conter exclusivamente, o estoque de seus diamantes, ou melhor dizendo, dos seus brilhantes destinados à venda. Quanto a sua afinidade especial, mencionada acima, nada mais era que a sua inclinação ao numeral 13, pois tudo que podia ser expresso por este signo cardinal, meu avô não deixava de fazê-lo; talvez, esta devoção tivesse as suas raízes em felizes datas passadas, tais quais, o dia do seu próprio nascimento; o dia que pisou em solo brasileiro pela primeira vez, ou seja, 13 de setembro de 1876; o dia que nascera a sua filha mais nova, 13 de julho de 1893; enfim, 13 era o numeral do Coronel Vinotti...

Vamos ao casamento?

Depois de custosos e esmerados, quando não, luxuosos preparativos, deu-se o grande dia do casamento dos jovens amantes. A cerimônia ecumênica ajustada para aquele enlace matrimonial, se daria em um grande espaço reservado às realizações festivas da refinada sociedade carioca.

Questão de trinta ou quarenta minutos do início daquela solenidade, meu avô entendeu de conversar de forma reservada e sigilosa com o noivo, e o fez com poucas palavras em escassos minutos, em seguida, voltou-se para a noiva - a sua filha - com quem teve semelhante conversa; imediatamente após estas duas inusitadas conversações, o noivo, ao lado da sua amada, ambos, visivelmente constrangidos, voltou-se para todos os convidados e disse:

- Por uma brutal contingência, neste dia, minha noiva e eu desistimos de um grande sonho, que tornar-se-ia realidade para nós, ou seja, não mais nos casaremos.

Neste momento, a fisionomia da noiva tornou-se marmórea; a do noivo desoladora já estava, assim, todos ouviram-no estupefatos; de imediato, a decepção que estas palavras disseminaram entre todos que ali estavam, só não foi mais brutal que a desconhecida causa que a gerou.

Diante desta cisão tão áspera ao sonho dos dois jovens apaixonados, conjecturas de toda sorte, surgiram em profusão, sem que o causador das mesmas, o soubesse; duas entre tantas, se destacaram, quais sejam o velho Vinotti, à custa do seu baú de diamantes, persuadiu o pretenso genro, a não levar a termo aquele enlace, e ainda, o cruel Vinotti ameaçou de morte o jovem Raed, caso suas núpcias se consumassem com a sua filha; esta última suspeita tomou mais corpo, quando dias após ao acontecido, alguém disse:

- Raed jamais será visto entre nós... Algum tempo depois, está suposição perdeu força, pois, informações seguras davam conta do desaparecimento do tal baú, o dos diamantes.

Dois anos após este funesto episódio - o seu aborto matrimonial - minha tia já recuperada do golpe sofrido, ou conformada com o infortúnio ocorrido, ingressou no curso de medicina ministrado na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro; sete anos depois, ou seja, em 1918 esta faculdade graduou-a doutora em Medicina com todo louvor; logo em seguida, a jovem médica buscou nos Estados Unidos da América do Norte a sua especialização em Neurocirurgia, para tanto frequentou o serviço desta especialidade, no Johns Hopkins Hospital, Baltimore, Maryland, EUA, por três anos muito profícuos, quando então trabalhou ao lado do doutor Walter Edward Dandy, de quem se tornou grande amiga; depois de tão bem habilitada para o ofício médico, a esta brilhante profissional, ao Brasil, chegou o tempo de voltar. Devotar de corpo e alma à Medicina, foi seu compromisso único, quando já no seu país, a compor o Serviço de Neurologia da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, trabalhou ao lado do professor Antônio Austregésilo Rodrigues Lima.

No início dos anos trinta, quando a Primeira Grande Guerra ainda não fora esquecida, e temida a segunda estava a ser, falava-se muito em Eugenia aqui no Brasil. Neste momento, minha tia com a sua reputação muito bem consolidada entre seus colegas médicos, inclinou-se para esta “nova” ciência, isto fez com ela se aproximasse de forma muito estreita do seu colega médico Renato Ferraz Kehl; tal amizade, e tal inclinação lhe impuseram grandes óbices profissionais e sociais, com efeito, desiludida com seu próprio espaço médico aqui no Brasil, preferiu atender o convite do seu colega médico americano, Dr. Walter Edward Dandy, e voltou aos Estados Unidos, onde permaneceu até o ano de 1982, quando então ao seu torrão natal voltou.

Voltemos ao senário do ano de 1941. O mundo estava em convulsão, eclodira a Segunda Grande Guerra; o Nazismo ameaçava os judeus, quando não, extermina-los era o seu desejo; assim, vários refugiados buscavam abrigo em nações neutras a fugir do brutal regime imposto por Hitler, em decorrência desta funesta realidade, chegou ao Rio de Janeiro - exatamente à casa dos Vinottis - o desesperado Raed Calin; ao se deparar com o seu velho algoz - o Coronel Vinotti - disse-lhe o seguinte:

A fugir das garras de Hitler, em Hamburgo, pelas mãos de um anjo brasileiro, chamado Aracy Moebius, conseguimos vistos para chegar até aqui, e aqui estamos: minha esposa Yaffa, minha filha Maria Eugênia, e meu filho Vicenzo. Não dispomos de bens materiais, o Reich expropriou todo o nosso patrimônio econômico. Meu pai foi assassinado, minhas duas irmãs foram enviadas à Lublin, cidade polonesa, onde fora criado o campo de concentração Nazista, Majdanek.

Quando o velho Vincenzo viu Raed, e dele ouviu o nome da sua filha dado a sua filha dele, uma jovem de 17 anos de idade, e mais, dele ouviu o seu próprio nome dado a seu filho dele, um jovem, agora com 20 anos de idade, pela surpresa do presente, não soube bem o que dizer o meu avó, mas pelo remorso do passado, não se conteve, caiu em pranto convulsivo. Tão logo se recompôs diante daquela inesperada visita, o velho Coronel propôs a Raed o seguinte:

Ofereço-lhes trabalho, para você e seu filho; a sua filha, tudo farei para que ela estude, e ainda, imediatamente, vou lhes acomodar por tempo indeterminado, em uma das minhas propriedades residenciais. O contentamento de Raed, ainda que sem medida fora, não lhe conteve a curiosidade, pois deveria esperar momento mais oportuno, ou perguntar a si mesmo, sobre minha tia, mas nem aquilo, nem isto fez, preferiu perguntar ao meu avô; para tal indagação, nenhuma resposta obteve...

A história não dá saltos sobre si mesma, mas sobre esta, podemos fazê-lo, a ser assim, caminhemos daqui por diante, busquemos o ano de 1982, ainda que este já esteja no passado, quando minha tia, aos 89 anos de idade, ao Brasil voltou; voltou gravemente enferma; fora acometida por um AVC* que interessou grande parte do seu cérebro, no que lhe resultou graves sequelas, pois a doença tolheu-lhe boa parte dos movimentos voluntários, embaraçou-lhe a voz, e o que fora pior, ceifou-lhe o desejo que alimenta a vontade de viver. Nestes dias, eu já graduado em Medicina há cinco anos, passei com muito carinho, a lhe dispensar meus cuidados médicos. Tudo fazíamos minha esposa e eu, para que a minha querida tia tivesse uma merecida e boa qualidade de vida, embora, de forma permanente atada a um leito. Com grande dificuldade para se expressar, a nossa bondosa enferma, manifestava a sua gratidão pelo nosso carinho dispensado a ela, mas, para surpresa nossa, esta manifestação se fazia mais notar a minha esposa, com quem minha tia tivera pouco contato, ainda assim, e até para maior surpresa nossa, quando não para nossa estranheza, minha tia, por reiteradas vezes, durante os seus 8 anos restantes de vida sob os nossos cuidados, fez tudo para que eu entendesse que treze dias após a sua morte, o seu baú de enxoval haveria de ser meu.

- Um baú de enxoval feminino deveria ficar para um sobrinho?

Sim! Pois este baú sempre foi singular; tornou-se completo no ano de 1910; uma vez trancado, não mais foi aberto, pois razão para que diferente fosse, ninguém ouviu, uma vez que casamento não houve; assim, sempre fechado, a conter artigos franceses, foi aos Estados Unidos, voltou ao Brasil, voltou aos Estados Unidos, e finalmente, voltou ao Brasil, quando no dia 26 de março de 1990, foi aberto depois de permanecer sob o jugo de três cadeados durante oitenta anos.

Minha querida tia Geninha faleceu no dia 13 de março de 1990, dia do aniversário do seu pai.

- E o que havia naquele baú?

Havia um grande enxoval que se compunha de:

Seis Jogos de lençóis para casal de algodão. 

Quatro Jogos de lençóis para casal bordados

Quatro Jogos de lençóis para solteiro de algodão

Dois Jogos de lençóis para solteiro bordados

Quatro Colchas para casal de crochê

Duas Colchas para solteiro de crochê

Um Edredom para casal de lã

Dois Edredons para solteiro de lã

Um Cobertor para casal de lã

Dois Cobertores para solteiro de lã

Seis Jogos de toalhas de banho lisas

Dois Jogos de toalhas de banho bordadas

Seis Toalhas de rosto

Quatro Pequenos Tapetes

Um Par de Chinelo em couro

No fundo deste baú, sob este volume de objetos, estava envolto em um pequeno lenço de seda vermelho um relógio de bolso; um relógio da marca Roskopf Patent; e sob uma das suas duas tampas, a mais interna, figurava a seguinte inscrição:

“RC für ME

Nach der zeit, ich vergesse dich nicht...****”

E ainda, também sob todo este conteúdo, havia um pequeno baú, um pequeno baú de metal rígido contendo treze valiosíssimos brilhantes.

 

 

* - AVC - Acidente vascular cerebral, vulgarmente chamado de derrame cerebral, é caracterizado pela perda rápida das funções neurológicas, em decorrência de uma isquemia, ou hemorragia que acomete os vasos sanguíneos cerebrais.

** - Um quilate equivale a 200 miligramas

*** - O quilate é subdivido em 100 pontos, assim cada ponto equivale a 2 miligramas.

**** - Depois do tempo, não me esquecerei de você...

 

 

PS - Fico-lhe muito obrigado pela sua visita. Se ler mais, ainda que seja por acaso, caso a menos, não farei da sua atenção.


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