Atém-te, e tem...

 

Houve um tempo, no qual, de demente que fora, a voz da ambição eu ouvia, ou, via nos ardis da vaidade a minha projecção, com efeito, o mundo eu poluía; pô-lo-ia hoje, sem demora, livre do lixo, para torná-lo perfeito, pois, de temente que sou, minha consciência me diz:

 

- À realidade atem, e atém-te à Voz que te ouve...

 

PS - Fico-lhe muito obrigado pela sua visita. Se ler mais, ainda que seja por acaso, caso a menos, não farei da sua atenção.

 

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