Da mihi liberos!*

 

O que dispensa preâmbulo, não inicia bem, ou mal termina; a ser assim, e para bem começar, veja o que está escrito abaixo, antes de ver, o que mais abaixo se encontra:

 

Preâmbulo

 

Buscar a companhia do sexo oposto, é uma inclinação necessária, ainda que esteja doente, do ente humano; com efeito, contrair núpcias é um direito natural à pessoa... 

Aqui por necessidade, para garantir que a letras não sejam abruptamente quebradas, devo definir casamento:

“Matrimôniohaverá de ser entre dois entes humanos de distintos sexos, um nexo rijo, ou seja, haverá de ser uma conexão estabelecida entre duas pessoas de SEXOS OPOSTOS, que de tão profunda, que de tão pétrea, envolverá até suas almas; comunhão tão ímpar, misteriosamente, preserva a individualidade dos cônjuges, ainda que os torne um só corpo; para que tal singular fenômeno se dê, haverá de se fundar em um preceito necessário, indispensável, e suficiente, qual seja o AMOR INCONDICIONAL”

         Aquele direito – o de contrair matrimônio – por consequência inerente a si, não poderá levar os nubentes à reprodução inconsequente; pois essa haverá de ser desvinculada de quaisquer anelos que tão somente contentem o desejo dos pretensos genitores à reprodução, ou de outra forma existente posso dizer: o ente humano apoiando-se na ordem natural que rege a sua própria vida, o direito ao matrimônio está a segurar, assegurar contudo, que gerará prole sadia não poderá.

         Filhos são concebidos e gerados envolvendo de forma direita, quase sempre, apenas um casal, e muita vez, e não por vez, deve ser esse, os pais daqueles; contudo, esses filhos, tão logo nasçam, são recebidos pela sociedade, quando não, de forma compulsória, nela são inseridos; com efeito, dela receberão influências, e a ela, legarão as suas contribuições. A ser assim, e indiscutivelmente, assim haverá de ser, essa sociedade a resguardar-se de consequências indesejáveis – visto que o interesse coletivo se sobrepõe ao do indivíduo – deve, por direito intrínseco seu, participar da gênese dos entes humanos que irão formá-la, pois, por obrigação sua, da qual não pode se eximir, uma vez que para fazê-lo não tem meios, se torna um dispensário com espaço limitado, a receber indiscriminadamente, esses entes humanos, visto, não poder lhes impor quaisquer restrições em função das suas deles características subjetivas. 

Que fique bem claro! À sociedade não se impõe a obrigação de tolerar consequências indesejáveis oriundas daquilo que mal planejado foi, sem que para tanto, tivera ela contribuído para que isso acontecesse, ou previamente, anuído ao mal feito. A valer bem aquela prerrogativa, ou seja, participar da gênese dos entes humanos que irão formá-la, e em respeito à vida – valor absoluto e perene – para reparar situações que já estão definidas – ainda que mal – a sociedade não podemos preconizar medidas espúrias, quais sejam abortar o degenerado, instituir a eutanásia – mesmo a forma passiva – proibir casamentos, aplicar a esterilização compulsória aos deficientes mentais e criminosos, segregar indivíduos incapazes, rejeitar ou deportar imigrantes indesejados; finalmente, para que a lista destas medidas espúrias não fique estanque, acrescentemos a ela, quaisquer expedientes abomináveis – ainda que no momento, não posso imaginá-los existentes a ferirem a dignidade humana.

 

Caminhemos ao que há de maior importância ao escopo deste texto:

 

Hoje, em especial e determinado momento, pode alguma mulher dizer:

– Quero gravidar!

Veja: essas palavras também são hesternas, pois, no pretérito foram ditas por outras mulheres, e mulheres outras as dirão em um tempo que por vir está.  

– Que quer este mistério a nos incomodar, o tornar-se prenhe?

Se há dúvida, que não haja mais, pois, é inescrutável essa inclinação necessária que temos os entes humanos a dar sequência a nossa própria gênese! Ainda assim, ela só não o é tanto quanto é a causa que justifica o desejo inerente que temos a perpetuar a nossa própria espécie, sem contudo, submetê-la ao jugo do nosso próprio patrimônio genético... 

Há à humanidade diferente curso, logo, para alcançarmos este intento, que ela seja, já de início, perpetuada a contento! Quanto a esta afirmação, de outra forma, sem lhe mudar a essência, desta forma podemos dizer:

As pessoas precisamos gerar outros indivíduos semelhantes entre si, e que dos seus genitores, um tanto sejam diferentes, e sob orientação segura, se entrecruzem para que não se degenerem; isto faremos para impedir a extinção da humanidade, pois, para tanto, não há ao nosso alcance, outra prerrogativa. 

Que a humanidade se extinga é possível, mas, possível não haverá de ser que nada façamos para evitá-lo, entretanto, os indivíduos que a compõem, a entrecruzarem-se da forma que o fazem nos dias de hoje, estão a promover a inexorável degeneração da espécie humana; com efeito, sem demora, com esta postura inconsequente, alcançarão o seu próprio extermínio; autoextermínio senão em número, seguramente, em qualidade. Quanto a isto, ainda que seja assim, diferente haverá de ser, pois, esse funesto curso haveremos de mudar... Para fazê-lo, antes de caminharmos à frente, atrás voltemos; voltemos ao parágrafo contido neste texto, que assim se inicia: “Hoje, em especial e determinado momento...”. Enquanto há tempo, deste parágrafo, mudemos os seus tempos verbais, ou antes, mudemos também os seus verbos, pois, para que possamos nos sustentar por indeterminado tempo, tempos novos exigimos a sociedade; assim, abaixo ficará aquele parágrafo, com o efeito, os demais outros, nele melhor se apoiarão:

Hoje, em especial e determinado momento, alguma mulher poderá dizer:

– Eu quero, e posso gravidar!

Veja: nem todas estas palavras são hesternas, pois, no pretérito nem todas as mulheres que almejaram a gravidez, as pronunciaram, mas, mais outras tantas, a partir de hoje e a cada momento do tempo que está por vir, poderão repeti-las, se conscientes estiverem que podem desviar o humanidade daquele funesto curso.

Eu posso gerar filhos?

Ao notarmos que uma coisa é querer, outra é poder – Aliud est velle, aliud posse** – constrangidos não haveremos de ficar em nenhum momento, pois, não “nos escolhemos” (perdoe-me pelo uso indevido desta forma pronominal aplicada a este vero, o escolher), e se “nos construímos” (dê-me repetido perdão, pois, repetido erro cometo), o fazemos com as ferramentas que recebemos. Se devo explicações pelo dito acima, quero fazê-lo, logo, logo, ou neste instante, escute-me, se não lhe está esvaída a paciência:

Atenhamos a nossa consciência, e dela, inevitavelmente, ouviremos que a humanidade, de melhora urgente urge; carece de especial qualidade, qualidade especial para a nossa própria espécie que só deverá ser legada por nós, se melhorarmos o patrimônio genético da nossa prole; mas, se só o querer não é suficiente para ocorrer, só o faremos se possível for; com efeito, se não portamos um bom legado genético; culpa por não tê-lo, nenhuma temos, pois, conforme dito já fora: não “nos escolhemos”, e se “nos construímos”, o fizemos à custa das ferramentas que recebêramos.

A ser objetivos, dos subjetivos caracteres que compõem o nosso patrimônio genético, falemos; falemos apenas dos desejáveis, pois os indesejáveis, ainda que presentes em nós estejam, e sobremodo, por não poucas vezes, mais se destacam, assim, para o momento, ou até de vez, ignoremo-los:

Cor dos olhos, cor da tez, timbre de voz, textura do cabelo, e outros vários caracteres objetivos e essenciais aos entes humanos, são, indiscutivelmente, notados, muita vez, em seus pais, e destes, sempre herdados; mas, quanto aos subjetivos – os caracteres – não os notamos com os olhos, entretanto, não com menos importância, compõem o legado genético que deles – dos nossos pais – recebemos, tais quais, inclinação à música, gosto pela matemática, carinho voltado às letras, olhos que se voltam à justiça, espírito solidário, enfim, e sobretudo, disposição para cultivar os valores absolutos e perenes que fundam a sociedade que fundamos, e tantas outras et cætera possíveis, ainda que imaginadas não sejam neste momento.

O encanto e o encontro promovidos pelo amor podem ter por consequência – ainda que seja presumida aleatória – a junção dos nossos gametas, no que lhes concerne, poderá resultar em olhos verdes a iluminar a face de um dos nossos filhos; entretanto, não percamos de vista: os olhos verdes não veem cor diferente nas cores vistas pelos olhos castanhos... Contudo, se àquele nosso filho faltar o legado genético que sustente a inclinação ao bem a iluminar o caminho dos nossos semelhantes, inválidos, quando não danosos à sociedade poderão ser os seus próprios filhos... Ainda que assim seja, diferente poderá ser, pois por tal deficiência do seu próprio material genético para gerar bons filhos – uma vez, que tê-los maus é inconveniente à sociedade – àquele filho não poderemos negar o direito à paternidade, assim, para lhe garantir esta inerente prerrogativa sua, outras formas para que se torne pai, a seu dispor encontram-se.

Estas formas são simples, entretanto, ao alcance de poucos casais estão; poucos não são todos, e poucos para completarem o todo, dependem de muitos, logo, há muitos casais que não conseguem ser pais, ou antes, NÃO PODEM TER FILHOS, entretanto, nos dias de hoje, há doze maneiras para se alcance tal êxito; nos dias de amanhã, outras tantas poderão haver.

Ei-las abaixo, as doze:

Antes de vê-las, saiba que a primeira delas é natural, com efeito, é a mais usual, é a mais fisiológica, entretanto, é a que mais, habitualmente, conduz às inconsequências, pois, muita vez, se faz notar, tão somente pelo seu caráter hedonista.

Agora sim! Vejamo-las, mas, mais uma vez antes, vejamos o que vem antes:

Se um determinado casal de pessoas, deseja se tornar pais, haverá de satisfazer dois pré-requisitos necessários (veja que este adjetivo – necessário – pela força intrínseca que tem, impõe ao substantivo qualificado por ele, dois outros predicativos, quais sejam devem ser eles absolutos e indispensáveis) para que a aquele intento se torne plenamente efetivo.

Vejamos o tais dois pré-requisitos:

 

A)   Cada genitor*** individualmente, haverá de ser portador de uma graça genética digna de ser legada às gerações vindouras, caso, tenha este ou aquele interesse a gerar filhos.

B)   Tão logo seja o concepto dado à luz, ou o quanto antes – podendo chegar até ao momento da concepção – os pais como tais, hão de ver neste novo ente humano, um filho, e como tal, deverão criá-lo. 

 

Agora sim, de posse destes dois pré-requisitos, vamos adiante às maneiras – as doze – apropriadas para nos tornarmos pais:

 

A – Através da forma natural, ou seja, através de uma relação sexual, um determinado casal poderá gerar um ente humano; tão logo este seja dado à luz, poderá encontrar nesse casal, os seus pais, e como tais, deverão recebê-lo e torná-lo o seu filho.

B – De um determino casal, se o esposo dispuser do seu próprio sêmen, poderá através de inseminação artificial, fecundar um dos óvulos da sua própria esposa; este ato poderá resultar na geração de um ente humano; tão logo este seja dado à luz, poderá encontrar nesse casal, os seus pais, e como tais, deverão recebê-lo e torná-lo o seu filho.

 C – Um determinado casal, a dispor dos seus próprios gametas, ou seja, espermatozoide e óvulo, poderá através de fecundação in vitro, gerar um ovo, e este poderá ser implantado no ventre da esposa que compõe esse casal. Este ato poderá resultar em geração de um ente humano; tão logo este seja dado à luz, poderá encontrar nesse casal, os seus pais, e como tais, deverão recebê-lo e torná-lo o seu filho.

 D – Um determinado casal, a dispor dos seus próprios gametas, ou seja, espermatozoide e óvulo, poderá através de fecundação in vitro, gerar um ovo, e este poderá ser implantado no ventre de uma outra mulher. Este ato poderá resultar em geração de um ente humano; tão logo este seja dado à luz, poderá encontrar nesse casal, os seus pais, e como tais, deverão recebê-lo e torná-lo o seu filho.

E – Um determinado homem, que compõe um casal, a dispor do seu próprio sêmen, poderá através de inseminação artificial fecundar uma mulher que não seja a sua esposa. Este ato poderá resultar em geração de um ente humano; tão logo este seja dado à luz, poderá encontrar nesse casal, os seus pais, e como tais, deverão recebê-lo e torná-lo o seu filho.

F – Um determinado homem, que compõe um casal, a dispor do seu próprio sêmen, poderá através de fecundação in vitro, fecundar um óvulo de uma mulher que não seja a sua esposa. A esposa que compõe esse casal poderá ser a receptora desse ovo. Este ato poderá resultar em geração de um ente humano; tão logo este seja dado à luz, poderá encontrar nesse casal, os seus pais, e como tais, deverão recebê-lo e torná-lo o seu filho.

G – Um determinado homem, que compõe um casal, a dispor do seu próprio sêmen, poderá através de fecundação in vitro, fecundar um óvulo de uma mulher que não seja a sua esposa. Esta mulher poderá ser a receptora desse ovo, ou qualquer outra que se disponha a fazê-lo. Este ato poderá resultar em geração de um ente humano; tão logo este seja dado à luz, poderá encontrar nesse casal, os seus pais, e como tais, deverão recebê-lo e torná-lo o seu filho.

H – Uma determinada mulher, que compõe um casal, poderá receber através de inseminação artificial, o espermatozoide de um homem que não seja o seu esposo. Este ato poderá resultar em geração de um ente humano; tão logo este seja dado à luz, poderá encontrar nesse casal, os seus pais, e como tais, deverão recebê-lo e torná-lo o seu filho.

I – Uma determinada mulher, que compõe um casal, a dispor do seu próprio óvulo, poderá através de fecundação in vitro, ser fecundada por homem que não seja o seu esposo. Consideremos que a receptora do ovo gerado por este método, seja a própria mulher que compõe esse casal. Este ato poderá resultar em geração de um ente humano; tão logo este seja dado à luz, poderá encontrar nesse casal, os seus pais, e como tais, deverão recebê-lo e torná-lo o seu filho.

J – Uma determinada mulher, que compõe um casal, a dispor do seu próprio óvulo, poderá através de fecundação in vitro, ser fecundada por um homem que não seja o seu esposo. Consideremos que a receptora do ovo gerado por este método, seja outra mulher. Este ato poderá resultar em geração de um ente humano; tão logo este seja dado à luz, poderá encontrar nesse casal, os seus pais, e como tais, deverão recebê-lo e torná-lo o seu filho.

K – Um determinado casal, a dispor dos seus próprios gametas, ou seja, espermatozoide e óvulo, poderá através de fecundação in vitro, gerar um ovo, e este poderá ser implantado no ventre de uma outra mulher que compõe outro casal. Este ato poderá resultar em geração de um ente humano; tão logo este seja dado à luz, poderá encontrar nesse casal, os seus pais, e como tais, deverão recebê-lo e torná-lo o seu filho.

L – Finalmente, um determinado casal poderá adotar uma criança, e esta poderá encontrar neste casal os seus pais, e como tais, deverão recebê-la e torná-la o seu filho.

Entre as doze formas para se alcançar a maternidade ou a paternidade, se nos ativermos ao legado genético que os filhos obtidos através delas, recebem, notaremos que pelas formas “A”, “B”, “C”, e “D” resulta indistintamente, entre elas, um só padrão genético, ou seja, cada forma distinta, enseja sempre filhos biológicos do casal que lhes legou o seu patrimônio genético. Quanto ao padrão genético, através das formas “E”, “F”, e “G” obteremos indistintamente, entre elas, filhos biológicos que carreiam apenas o legado genético do seu genitor. Já através das formas “H”, “I”, e “J” obteremos indistintamente entre elas, filhos biológicos que carreiam apenas o legado genético da sua genitora. Finalmente, através das formulas “K” e “L”, de forma distinta entre elas, obtêm-se dois legados genéticos independentes entre si, pois cada indivíduo gerado por uma ou outra entre estas duas maneiras, carreará o legado genético de seus genitores, ainda que estes não serão seus pais.

Por este texto, de início, podemos concluir: entre as doze maneiras que há para nos tornarmos pais, não mais que cinco há para “diferentes” filhos serem gerados; digo diferentes daqueles que seriam concebidos, se um dos seus genitores estivesse impedido por alguma deficiência inerente ao seu próprio patrimônio genético. A me expressar com palavras diferentes, o mesmo teor do período anterior e imediato, dou a este: se houver alguma deficiência do patrimônio genético de um dos pretensos genitores, e adequado for o do seu par, ou seja, se o patrimônio genético do seu par, for digno de ser transmitido a gerar um ente humano, terá o casal diante de si, até cinco outras maneiras diferentes a se realizar plenamente, como pais. Já quando os pretensos pais conduzem ambos, cada um por sua vez, um patrimônio genético indesejável, com efeito, não apropriado a ser legado às gerações futuras, terá ele – se se formarem um casal que almeje ter filhos – duas formas para obtê-los; caso, assim o faça, plenamente se realizará por conceber e criar os seus filhos.

Mais uma conclusão tiremos deste texto: para ensejarem o dom da maternidade, ou da paternidade, essas formas requerem tempo – no mínimo de nove meses – contudo, à última que fora considerada – a adoção – poucos dias demandam para que ela se concretize; de nove horas pode até nem mesmo ultrapassar para fazê-lo...

Bem sei que há aqueles que julgam utópicos os meios preconizados para depurar a humanidade, contidos neste texto, logo, lê-lo requer empenho ósseo; se o ócio, para fazê-lo, ainda não lhes quebrou a vigília, contudo, se ainda estão eles envolvidos com as minhas letras, dou-lhes este alento:

Na verdade, o que aqui proponho, já nos dias de hoje – ainda que em parte – é exequível, pois, ao alcance da Biotecnologia está o poder para esquadrinhar o genoma humano; quando isto em seu todo, acontecer – e não haverá de muito demorar – toda a informação hereditária do ente humano que está codificada em seu DNA poderá ser avaliada, antes que seja outorga a ele, um pretenso genitor o direito de gerar filhos...

E a concluir, continuemos: se você leitor, estiver entre os poucos que podem ser mães ou pais, espero que compreenda o significado das palavras aqui grafadas, sobretudo, o do verbo criar; se assim o fizer, permitirá que este seja conjugado em estreita comunhão, com o verbo conceber.   

Aqueles que têm bons olhos, não importando a sua cor, que vejam bem estas minhas palavras; caso não os tenham, que à luz não deem filhos...

 

PS – Sou cristão! Cultivo entre outros valores absolutos e perenes, um especial – que só abaixo de DEUS está – qual seja A VIDA. A ser assim, não concordo com nenhum meio que possa feri-la, entre eles estão o aborto, a eutanásia, a discriminação do ente humano, fundada em quaisquer justificativas. Finalmente, não aprovo qualquer outra manifestação possível que atente contra ela – CONTRA A VIDA – ainda que no momento, não posso imaginá-la existente.

 

* – Dê-me filhos!

** – Uma coisa é querer, outra é poder

*** – Sob base legítima e indestrutível, ao doador de sêmen, e à doadora de óvulo, atribui-se o substantivo genitor.

 

  

PS - Fico-lhe muito obrigado pela sua visita. Se ler mais, ainda que seja por acaso, caso a menos, não farei da sua atenção.


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