Quaisquer coisas...

 

Diante de quaisquer coisas, todas, ou menos que todas, ou pelo menos uma, jamais nos deixará indiferentes à presença sua, logo, uma ou outra, ou mais que uma, senão todas, chamarão nossa atenção. Em cada instante, estamos avaliando, e a reconhecer um valor ou um desvalor em tudo o que experimentamos pelos nossos sentidos, estamos; com efeito, pelo efeito deste comportamento essencial do ente humano, determinadas coisas, classificaremos de boas, outras de más; em consequência, uma ou outra destas mesmas coisas, há de nos atrair, enquanto que esta ou aquela, também daquelas mesmas coisas, não suscitará interesse algum em nós. A ser assim, para algumas delas, seremos capazes de fazer até grandes sacrifícios para obtê-las, enquanto que para algumas outras, dispensaremos quaisquer esforços, para que nos sejam subtraídas, ou da nossa frente, sejam retiradas. 

Pelo julgamento do texto acima, tão somente, resta-nos concluir: haveremos de nos empenhar no cultivo dos valores absolutos e perenes, para que possamos dar às coisas, os seus devidos valores.

 

 

PS - Fico-lhe muito obrigado pela sua visita. Se ler mais, ainda que seja por acaso, caso a menos, não farei da sua atenção.

 

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